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Penny Dreadful | Resenha sobre a série

Eu nunca digo que um seriado é o melhor que já assisti, sempre fico na expectativa que terá um seriado que irá superar o último, mas Penny Dreadful é o melhor que já assisti.

Para quem quiser assistir e concordar comigo a série está disponível na Netflix sendo as duas primeiras temporadas disponíveis para download.

Criada por John Logan e produzida por ele e Sam Mendes. A série entrelaça as origens de vários personagens famosos da literatura de terror como o Dr. Victor Frankenstein (do romance Frankenstein, de Mary Shelley), Van Helsing e a figura do vampiro (personagens presentes em Drácula, de Bram Stoker) e Dorian Gray (da obra O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde), além de trazer também lendas urbanas (Jack o Estripador) e seres místicos (lobisomens e bruxas) que, juntos, espalham sua monstruosa alienação pela Londres vitoriana.
O título se refere aos Penny Dreadfuls, publicações de ficção e terror que eram vendidas na Inglaterra do século 19. Por serem histórias que custavam um centavo, tinham como apelido “centavos do terror”.
Penny Dreadful foi originalmente lançado em vários canais do EUA e Reino Unido, até que finalmente estreou no Showtime, com a Sky Atlantic como coprodutora. Foi primeiramente exibido no Southwest film festival, um evento de séries e filmes, no dia 9 de março de 2014 e teve sua primeira aparição na tv no dia 28 de abril de 2014. Os dois primeiros episódios foram disponibilizados no serviço de vídeo sob demanda do Showtime, o Showtime OnDemand, antes da exibição por satélite.

Timothy Dalton como Sir Malcolm Murray, um explorador Inglês (explora a África) que está em uma grande busca para encontrar sua filha, Mina Murray, que foi sequestrada por um ser sobrenatural.
Eva Green como Vanessa Ives, uma médium e heroína enigmática, que busca provar a si mesma do que é capaz.
Josh Hartnett como Ethan Chandler, um habilidoso artista circense e pistoleiro estadunidense. Homem encantador, ousado e atraído pela ação que não tem medo do perigo, e que é muito mais complicado do que ele admite.
Harry Treadaway como o Dr. Victor Frankenstein, um jovem médico atormentado pelo seu passado e por suas criações.
Reeve Carney como Dorian Gray, um homem belo, fascinante e confiante, mas um pouco isolado e terrivelmente afetado pelo spleen, do qual não pode escapar.
Billie Piper como Brona Croft, uma imigrante irlandesa que sofre de tuberculose (na época era uma doença incurável) e busca escapar de seu passado sombrio.
Rory Kinnear como o monstro de Frankenstein. Rejeitado por todos, exige de seu criador que lhe faça uma companheira.
Danny Sapani como Sembene, o criado e aliado de longa data de Sir Malcolm.

Eva Green está brilhante como Vanessa Ives, se essa não for a sua melhor atuação, com toda certeza está entre às 3 melhores da sua carreira, aliá não só Eva Green, obviamente ela foi o destaque da série junto com os seus companheiros de trabalho.

Quando  o Dr. Victor Frankenstein encontra o Van Helsing é algo fora do sério, ainda mais pelo Van Helsing ser o mesmo do livro do Bram Stoker (quem ainda não leu, vai a dica “Drácula – O Vampiro Da Noite”) a forma como ele diz para o Victor sobre os Vampiros que essa busca e uma busca sem fim, que eles são como animais, enfim, é uma série muito bem executada e pronta para prender o público.

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