Ghost In The Shell (2017) – Crítica

Primeiramente, gostaria de dizer que, na minha mente, já está tão entranhado o nome Ghost in the Shell que não consigo conceber essa tradução tosca A vigilante do amanhã. Por isso, simplesmente ignorei que esse título em português existe. Outra coisa que queria falar é que não consumi os produtos originais (anime e mangá), portanto, minha crítica será inteiramente baseada no filme. Mais um detalhe: muito se discutiu sobre o fato do elenco não ser todo japonês e tal. Eu não tenho nada contra, até porque, no próprio longa eles…

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